Aliança Norbertina

Prior Toninho Galvão de Campos Arruda Filho o.praem. 10/04/10

Mensagem para a Páscoa, endereçada aos confrades – Ano 2010

“Purificai-vos do velho fermento, para que sejais massa nova, porque sois pães ázimos, porquanto Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Celebremos, pois, a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da malícia e da corrupção, mas com os pães não fermentados de pureza e de verdade.” (I Cor 5, 7-8)

Montes Claros, 1º de abril de 2010 – QUINTA-FEIRA SANTA

Queridos Confrades,

Neste tempo forte da Liturgia da Semana Santa e do Tríduo Pascal, quero vir até vocês, convidando-os com Paulo, com o Apóstolo Tiago, com nosso Pai São Norberto, e com toda a Igreja, a que todos nós juntos, num só coração e numa só alma, celebremos condignamente nossa Páscoa, centro de toda a fé, de toda vida e de toda Liturgia cristãs, e razão de ser de nossa vocação e missão Premonstratense, uma vez que nosso Pai São Norberto queria, para si e para seus discípulos e seguidores, assumir como próprias, a vida, vocação e missão da Comunidade Apostólica, de testemunhas da Ressurreição!

Este convite de Paulo aos Corintos, supra citado, nos é muito especial, pois nos recorda vivamente o que por primeiro prometemos em nossa profissão religiosa: “a conversão de meus costumes e a vida de comunhão”. Parece-me que nosso Pai São Norberto tivesse a viva e clara consciência que, para viver a Comunhão com Deus, a Comunhão fraterna e a Comunhão Cósmica, fruto da Páscoa da Ressurreição do Senhor, precise-se passar pela conversão dos costumes, pela morte do homem velho com seus vícios enganadores (cf. Rm 6, 6; Cl 3,9), configurando-se à morte de Cristo na Cruz, para configurar-se com Ele à Sua Ressurreição e Sua perfeita comunhão com o Pai, com os irmãos e com o universo, no Espírito Unificador. Daí, certamente, todo o zelo e devoção de Norberto para com o Mistério da Cruz, e para com a Eucaristia. De fato, esta é, como sempre creu e ensinou a Santa Igreja, o Memorial da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor, do Seu Mistério Pascal, no qual nós fomos inseridos pelo nosso batismo (cf Rm 6, 3-11); no qual crescemos, e do qual nos nutrimos pela Eucaristia!

10lastsuSabemos que o Senhor, na última Ceia (como todos os judeus, na Celebração da Páscoa) utilizou pães ázimos (que simbolizavam a pressa dos judeus quando da saída do Egito, no êxodo para a terra da liberdade, na qual mana leite e mel), e que, desde então este é também utilizado pela Igreja, no Memorial Eucarístico. Este pão que, como diz a Liturgia das Oferendas, é “fruto da terra e do trabalho do homem e para nós se vai tornar pão da vida”, simboliza também nossa condição transeunte, em contínuo e crescente êxodo do egoísmo para a fraternidade e comunhão, do pecado para a graça, da paralisia para o dinamismo, da morte para a vida! Assim, que os “ázimos” da pureza e da verdade de nosso esforço cotidiano de conversão dos costumes e de vida de comunhão, seja o ‘pão’ de nosso incansável trabalhar “na (nossa) santificação com temor e tremor… (fazendo) todas as coisas sem murmurações nem críticas, a fim de (sermos) irrepreensíveis e inocentes, filhos de Deus íntegros no meio de uma sociedade depravada e maliciosa, onde (brilhemos) como luzeiros no firmamento, a ostentar a Palavra da vida” (cf. Fl 2, 12. 14—16a), não para a nosso louvor e nossa glória pessoais ou mesmo comunitários, mas “para que, vendo nossas boas obras, glorifiquem o Pai que está nos céus” (cf. Mt 5, 16b). Então nossa Eucaristia assim por nós celebrada e vivenciada, em união ao Sacrifício incruento de Cristo oferecido sobre nossos altares, será de fato “um sacrifício vivo, santo, agradável a Deus” (cf. Rm 12,1s), nossa vida e liturgia canonical se tornam um sacrifício de louvor a Deus agradável, “(Recitando) …salmos, hinos e cânticos espirituais; (cantando e celebrando) de todo o coração os louvores do Senhor; (Rendendo) graças, sem cessar e por todas as coisas, a Deus pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo!” (cf. (Ef 5, 19-20).

Estamos vivendo um “ano sacerdotal”, e este ano deve, particularmente a nós, que somos membros de uma “Ordem Canonical” despertar para nossa universal vocação sacerdotal, de “oferecer dons e sacrifícios” (cf. Hbr 8, 3), “(fazendo) preces, orações, súplicas, ações de graças por todos os homens” (cf. I Tm 2, 1), como convida ainda o apóstolo Paulo na Carta aos Romanos: “Eu vos exorto, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo, santo, agradável a Deus; é este o vosso culto espiritual” (12, 1), ou ainda “…agora me alegro nos sofrimentos suportados por vós. O que falta às tribulações de Cristo, completo na minha carne, por seu corpo que é a Igreja” (Cl 1, 24).

Sabemos que nosso Pai São Norberto tinha um ardente zelo pela missão sacerdotal e pela santidade de vida que esta implica e exige, pelo que incansavelmente lutou, em sintonia com o espírito da Reforma Gregoriana, buscando a santificação e salvação de todo o Povo de Deus, a começar pela santificação do clero, convencido de que, se os pastores fossem santos, as ovelhas também o seriam, e conclamando-os a, juntamente consigo, viver uma vida mais conforme à vida apostólica, ou seja, de um sacerdócio essencialmente comunitário, pobre e casto, simbolizado por aquilo que as “vitae” costumam designar como a “veste e o ornamento”, que uniam a dignidade do sacerdócio à austeridade penitente da vida monástica, numa bela síntese de vida de cônegos regulares, como caminho e instrumento de retorno ao modelo da vida apostólica, não somente para os clérigos, mas para toda a igreja que, como na Igreja Primitiva de Jerusalém, congregava ao redor dos Apóstolos, as santas mulheres, as virgens, as viúvas, os leigos, as famílias, “(perseverando) na doutrina dos Apóstolos, nas reuniões em comum, na fração do pão, e nas orações… (tendo) tudo em comum… unidos de coração, (freqüentando) todos os dias o templo… (partindo) o pão nas casas e (tomando) a comida com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e cativando a simpatia de todo o povo” (At 2, 42.44.46-47).

duccio_doubting_thomas_2Assim, sugiro meditarmos à luz das cartas do Apóstolo Paulo (como também da de Tiago), que tanto inspiravam e nutriam a espiritualidade sacerdotal (canonical) de Norberto, e em sintonia com sua espiritualidade sacerdotal, apostólica, canonical, convido-nos, enquanto Priorado, a aprofundarmos nossa vocação e missão sacerdotal (tanto do sacerdócio ministerial, quanto do sacerdócio comum dos batizados) na vivência da riquíssima Liturgia do Tríduo Pascal, vivendo intensamente nossa Páscoa, na conversão de nossos costumes e na vida de comunhão: “Pela renovação de (nosso) espírito, para que (possamos) discernir qual é (para nós hoje) a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito… não (façamos de nós) próprios uma opinião maior do que convém, mas um conceito razoavelmente modesto, … pois…, embora sejamos muitos, formamos um só corpo em Cristo, e cada um de nós somos membros uns dos outros. Que (nossa) caridade não seja fingida. (Aborreçamos) o mal, (apeguemo-nos) solidamente ao bem. (Amemo-nos) mutuamente com afeição terna e fraternal. (Adiantemo-nos) em honrar uns aos outros… (Sejamos) fervorosos de espírito, servindo ao Senhor… alegres na esperança, pacientes na tribulação e perseverantes na oração. (Socorramos) às necessidades dos fiéis. (Esmeremo-nos) na prática da hospitalidade… (Alegremo-nos) com os que se alegram; (choremos) com os que choram. (Vivamos) em harmonia uns com os outros.” (cf. Rm 12, 2-3.5.9-13.15-16a).

E deixemo-nos interpelar ainda, por semelhante exortação, tão propícia à nossa vocação e missão canonical, que o mesmo Apóstolo Paulo nos faz na Carta aos Colossenses: “Se, portanto,(ressuscitamos) com Cristo, (busquemos) as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. (Afeiçoemo-nos) às coisas lá de cima, e não às da terra. Porque (estamos) mortos e (nossa) vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, nossa vida, aparecer, então também (nós apareceremos) com ele na glória… (Mortifiquemos), pois, (nossos) membros no que têm de terreno: a devassidão, a impureza, as paixões, os maus desejos, a cobiça, que é uma idolatria… Agora, porém, (deixemos) de lado todas estas coisas: ira, animosidade, maledicência, maldade, palavras torpes da (nossa) boca, nem (nos enganemos) uns aos outros. (nós nos) despimos do homem velho com seus vícios e (nos revestimos) do homem novo, que se vai restaurando constantemente à imagem daquele que o criou, até atingir o perfeito conhecimento… guercino-cristo-risorto-1Portanto, como eleitos de Deus, santos e queridos, (revistamo-nos) de entranhada misericórdia, de bondade, humildade, doçura, paciência. (Suportemo-nos) uns aos outros e (perdoemo-nos) mutuamente, toda vez que (tivermos) motivo de queixa contra outrem. Como o Senhor (nos) perdoou, assim (perdoemos) também nós. Mas, acima de tudo, (revistamo-nos) da caridade, que é o vínculo da perfeição. Triunfe em (nossos) corações a paz de Cristo, à qual (fomos) chamados, a fim de formar um único corpo.” (Cf. Col 3, 1-5. 7-10. 12-15); bem como na Carta aos Efésios: “(Levemos) uma vida digna da vocação à qual (fomos) chamados, com toda a humildade e amabilidade, com grandeza de alma, suportando-(nos) mutuamente com caridade, solícitos em conservar a unidade do Espírito no vínculo da paz… (Despojemo-nos) do homem velho, corrompido pelas concupiscências enganadoras. (Renovemos) sem cessar o sentimento de nossa alma, e (revistamo-nos) do homem novo, criado à imagem de Deus, em verdadeira justiça e santidade… nenhuma palavra má saia de (nossa) boca, mas só a que for útil para a edificação, sempre que for possível, e benfazeja aos que ouvem. Não (contristemos) o Espírito Santo de Deus, com o qual (estamos) selados para o dia da redenção. Toda amargura, ira, indignação, gritaria e calúnia sejam desterradas do meio de (nós) como toda espécie de malícia. Antes, (sejamos) uns com os outros, bondosos e compassivos. (Perdoemo-nos) uns aos outros, como também Deus (nos) perdoou, em Cristo.” (cf. Ef 4, 1b-5. 22-24. 29-31). Outro texto que também pode muito nos ajudar a melhor e mais acreditavelmente testemunhar a Ressurreição do Senhor, por uma vida realmente Ressuscitada com Ele, e que constituía uma das leituras prediletas na Lectio Divina de nosso Pai São Norberto, é a Carta do Apóstolo Tiago, da qual extraio para nossa meditação alguns versículos: “(Consideremos) que é suma alegria, meus irmãos, quando (passamos) por diversas provações, sabendo que a prova de (nossa) fé produz a paciência. Mas é preciso que a paciência efetue a sua obra, a fim de (sermos) perfeitos e íntegros, sem fraqueza alguma… Se alguém pensa ser piedoso, mas não refreia a sua língua e engana o seu coração, então é vã a sua religião. A religião pura e sem mácula aos olhos de Deus e nosso Pai é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas aflições, e conservar-se puro da corrupção deste mundo… não haja entre (nós) muitos a se arvorar em mestres; (sabemos) que seremos julgados mais severamente, porque todos nós caímos em muitos pontos. Se alguém não cai por palavra, este é um homem perfeito, capaz de refrear todo o seu corpo… A língua está entre os nossos membros e contamina todo o corpo. E sendo inflamada pelo inferno, incendeia o curso de nossa vida… nenhum homem a pode domar. É um mal irriquieto, cheia de veneno mortífero. Com ela bendizemos o Senhor e maldizemos os homens, feitos à semelhança de Deus. De uma mesma boca procede a bênção e a maldição. Não convém…que seja assim. Porventura lança uma fonte por uma mesma bica água doce e água amargosa?… Do mesmo modo, a fonte de água salobra não pode dar água doce… Se (temos) no coração um ciúme amargo e gosto pelas contendas, não (nos gloriemos), nem (mintamos) contra a verdade. Esta não é a sabedoria que vem do alto, mas uma sabedoria terrena, humana, diabólica. Onde houver ciúme e contenda, ali há também perturbação e Le_Christ_portant_sa_Croix_Ltoda espécie de vícios. A sabedoria, porém, que vem de cima, é primeiramente pura, depois pacífica, condescendente, conciliadora, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, nem fingimento. O fruto da justiça semeia-se na paz para aqueles que praticam a paz. Donde vêm as lutas e as contendas entre (nós)? Não vêm elas de (nossas) paixões, que combatem em (nossos) membros?… Deus resiste aos soberbos, mas dá sua graça aos humildes. (Sejamos) submissos a Deus. (Resistamos) ao demônio e ele fugirá de (nós). (Aproximemo-nos) de Deus e Ele se aproximará de (nós). (Lavemos) nossas mãos… e (purifiquemos nossos) corações… (Reconheçamos nossa) miséria… (Humilhemo-nos) na presença do Senhor, e Ele (nos) exaltará… não falemos mal uns dos outros. Quem fala mal de seu irmão, ou o julga, fala mal da Lei e julga a Lei… Mas quem (somos nós) que julgamos o (nosso) próximo?… Não (nos queixemos) uns dos outros, para que não (sejamos) julgados. Eis que o juiz está às portas… (Confessemos) os nossos pecados uns aos outros e (oremos) uns pelos outros para (sermos) curados. A oração do justo tem grande eficácia… se alguém fizer voltar ao bom caminho a algum de (nós) que se afastou para longe da verdade, saiba: - aquele que fizer um pecador retroceder do seu erro, salvará sua alma da morte e fará desaparecer uma multidão de pecados.” (Tg 1, 2-4. 26-27. 3, 1b-2. 6b. 8b-10. 12. 14-18. 4, 1. 6b-8b. 9a. 10-11b. 12b. 9a. 16-17a. 19b-20)

Nos elementos recorrentes nestes textos que aqui proponho à nossa reflexão, oração e vivência de nossa Páscoa, parece-me que possamos contemplar os três pontos nos quais nosso Pai São Norberto tanto insistia em suas exortações a seus discípulos em Premontré: A Limpeza no Altar (o zelo litúrgico, a esmerada e Solene Liturgia de nossa vocação canonical, pelo que expressamos o nosso amor para com Deus); a correção das faltas no Capítulo das Culpas (pela qual vivemos cotidianamente nossa busca de conversão dos costumes e a nossa busca de crescimento pessoal, de nossa “Cristificação”; e expressamos nosso amor para conosco mesmos); e a hospitalidade na hospedaria (pela qual exercemos nosso serviço aos irmãos necessitados, e expressamos nosso amor ao próximo).

Les-disciples-Pierre-et-JeaQue as Celebrações Pascais nos levem a uma mais plena e eficaz configuração com o Cristo Sumo e Eterno Sacerdote, fazendo com que nossa vida comunitária, nossa Liturgia e nosso Apostolado sejam um belo, santo e agradável hino de louvor a Deus, um sacrifício vivo, santo, agradável a Deus (cf. Rm. 12,1), e uma oblação e intercessão contínua pelo bem e salvação de nossos co-irmãos, de nosso Priorado, de nossa Ordem, de nossa Igreja, de toda a humanidade, em contínuo, crescente e gratuito espírito de serviço, iluminado, conduzido e sustentado pelo exemplo do Mestre, ao instituir o Sacerdócio e a Eucaristia, no Seu maravilhoso e desafiador gesto do Lava-pés: “Dei-vos o exemplo, para que, como eu vos fiz, assim façais também vós. Em verdade, em verdade vos digo, o servo não é maior do que o seu Senhor, nem o enviado é maior do que aquele que o enviou. Se compreenderdes estas coisas, sereis felizes, sob a condição de as praticardes.” (Jo 13, 15-16; cf. Jo 13, 1-17).

E como dizia nosso Pai Santo Agostinho: “É certamente a mesma coisa que se lê nos Provérbios de Salomão: ‘Quando te sentares à mesa do poderoso, olha com atenção o que te é oferecido; e estende a tua mão, sabendo que também deves preparar coisas semelhantes’ (cf. Pr 23, 1-2 Vulg.). Ora, a mesa do poderoso é a mesa em que se recebe o corpo e o sangue daquele que deu a sua vida por nós. Sentar-se à mesa significa aproximar-se com humildade. Olhar com atenção o que é oferecido, é tomar consciência da grandeza desta graça. E estender a mão sabendo que também se devem preparar coisas semelhantes, significa o que já disse antes: assim como Cristo deu a sua vida por nós, também devemos dar a nossa vida pelos irmãos. É o que diz o apóstolo Pedro: ‘Cristo sofreu por nós, deixando-nos um exemplo, a fim de que sigamos os seus passos’ (cf. I Pdr 2, 21). Isto significa preparar Veronese_Christ-mort_St-Petersbourg400coisas semelhantes. Foi o que fizeram, com ardente amor, os santos mártires. Se não quisermos celebrar inutilmente as suas memórias e nos sentarmos sem proveito à mesa do Senhor, no banquete onde eles se saciaram, é preciso que, como eles, preparemos coisas semelhantes… Portanto, na medida em que os mártires derramaram seu sangue pelos irmãos, prepararam o mesmo que tinham recebido da mesa do Senhor. Amemo-nos também nós uns aos outros, como Cristo nos amou e se entregou por nós.” (do Tratado sobre o Evangelho de São João, de Santo Agostinho, bispo – L.H. Vol II – Quarta-Feira da Semana Santa).

Assim, queridos confrades, auguro a todos nós, que nossa Celebração Pascal, que nossa Liturgia, nossa vida comum e apostólica, que nosso Sacerdócio e Consagração batismal e religiosa, sejam a expressão de nossa vida Eucarística, e o testemunho da nossa Ressurreição com Cristo, para a Vida de Comunhão crescente, até “que todos sejam um”, e até que “Cristo seja tudo em todos”!

Uma Feliz e Santa Páscoa para Todos! Com meu cordial e fraterno abraço, em Cristo Ressuscitado,

Pe. Toninho Galvão
Prior de Regimine

 
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