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22/01/15 Ano da Vida Religiosa Consagrada - 2015

Autores : Pe. Alessandro Resende Heleno O.Praem.

Abade Geral Dom Thomas Já faz um ano que o Papa Francisco, aos 23 de novembro de 2013, diante dos superiores gerais reunidos, anunciou de forma surpreendente «o ano da vida consagrada». Esse ano começa no primeiro domingo do advento (30/11/14) e termina na festa da Apresentação do Senhor, aos 2 de fevereiro de 2016. Dessa maneira, o Papa colocou a vida religiosa no centro da vida da Igreja, ao lado do grande tema da Família, ao qual se consagram os dois sínodos episcopais.

«O Ano da Vida Consagrada» 2014 – 2016

Já faz um ano que o Papa Francisco, aos 23 de novembro de 2013, diante dos superiores gerais reunidos, anunciou de forma surpreendente «o ano da vida consagrada». Esse ano começa no primeiro domingo do advento (30/11/14) e termina na festa da Apresentação do Senhor, aos 2 de fevereiro de 2016. Dessa maneira, o Papa colocou a vida religiosa no centro da vida da Igreja, ao lado do grande tema da Família, ao qual se consagram os dois sínodos episcopais. Talvez não seja por acaso que esses dois temas coincidem. Os dois estados de vida, o da vida matrimonial e familiar e o da vida religiosa se condicionem mutuamente. Cada vocação religiosa pressupõe normalmente uma boa família cristã e pode desenvolver-se somente num ambiente familiar religiosamente vivo. E uma família vive da fé e da bênção d’Aquele a quem os religiosos se prometeram e se entregaram de maneira radical. Para as duas formas de vida há uma promessa especial do Senhor: o matrimônio, sacramentalmente santificado e abençoado, pode e deve tornar-se fecundo nos filhos e na família, enquanto que a vida religiosa, levada e protegida pela Igreja, será fecunda pela variedade de apostolado e missão para a Igreja e para o Povo de Deus. Porém essas duas formas de vida encontram atualmente sérios problemas e dificuldades. O «Instrumentum laboris» para o Sínodo extraordinário o descreve de forma detalhada; e a pressão sobre as famílias faz sofrer às vocações espirituais. Em vários países a vida religiosa já está quase desaparecendo. Para o próximo «Ano da Vida Consagrada» Roma planeja alguns eventos importantes: um encontro dos formadores e mestres de noviços, um encontro dos jovens religiosos, um congresso para peritos na vida consagrada e, certamente, alguns encontros com o Papa. Importante será a atenção que as Ordens, as Congregações e as comunidades darão a esse projeto. Mais decisivo será, se nós aproveitamos esse ano para aprofundar e refletir sobre nossa vocação, para examinar a nossa própria espiritualidade, para rever a nossa missão na Igreja. Talvez a solução não se encontre de novo numa introspecção autorreferencial, nem numa lamentação sobre a perda de importância e a diminuição dos números e das obras, senão nas perguntas: «que quer o Senhor de nossa comunidade, quais são as nossas forças e os nossos meios, se é verdade que experimentamos o amor de Deus em nossa vida - esse amor do qual nasce nossa vocação -, o que queremos comunicar desse amor ao povo» ? Precisa-se mais levantamento que análise, ousadia que lamentação, mais ofensiva que administração. A questão-chave para os casais, como para a vida religiosa, seria a da fecundidade: como podemos fazer com que nossa vida espiritual de oração e de comunhão torne-se fecunda para nós mesmos e para os outros? Os casais constroem sua vida sobre o amor e o respeito mútuo e desejam transmitir o amor e a vida; o que eles nos podem ensinar? E nós, como religiosos, somos capazes de ajudar as famílias para viverem fielmente sua vocação por nossos vários serviços pastorais e educativos, por nosso engajamento pela proteção da vida nos distintos institutos sociais e caritativos? Seremos capazes de confirmar as famílias por nossa fé vivida em comunidade, por nosso amplo apostolado de oração e por uma pastoral familiar abnegada? O polêmico bispo Gaillot disse que uma Igreja que não serve, não serve para nada. Uma vida religiosa sem utilidade para os homens, especialmente para as famílias tão aflitas, não tem utilidade para ninguém. Carta Apostólica

 
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